Cirurgia pode fazer você aumentar de altura

O procedimento vem sendo realizado com sucesso a cerca de 50 anos

A cirurgia é chamada de alongamento de membros, e foi desenvolvida por Gavriil A.Ilizarov em 1951 em Kurgan, na Rússia após ver muitos veteranos da Segunda Guerra Mundial com fraturas não curadas.

''As técnicas de alongamento e construção pode substituir ossos perdidos e alongar/endireitar os segmentos ósseos deformados. Os procedimentos podem ser realizados por adultos e crianças com diferença de comprimentos dos membros devido a defeitos congênitos, lesões ou doenças.  Os segmentos ósseos podem ser alongados de 15 a 100% do seu comprimento original. '' declarações do hospital no qual a cirurgia é realizada. 

 

Fontes:
https://dailyaccord.com/this-surgery-makes-short-people-a-foot-taller/

Cientistas resolveram mistério do Yeti

O famoso Abominável Homem das Neves

Não importa como você chama, mas essa misteriosa besta da neve do Himalaia é apenas um mito, mas todo mito tem uma fração de verdade.

Usando espécimes coletados ao longo dos anos, cientistas dizem que agora sabem exatamente o que é a criatura.

A bióloga Charlotte Lindqvist, da Universidade de Buffalo, liderou a equipe que analisou amostras genéticas de ossos, dentes, pele, cabelos e matéria fecal que supostamente deixadas para trás pela criatura.

Com exceção do dente que era canino, todas as amostras eram de ursos soltos e negros do Himalaya, e não de um montro peludo que vive em uma caverna.

''Nossos achados sugerem fortemente que os fundamentos biológicos da lenda Yeti podem ser encontrados em ursos locais'', disse Charlotte, ''e nosso estudo demonstra que a genética deve ser capaz de desvendar outros mistérios semelhantes''.

''Não sou uma especialista na lenda Yeti'', acrescentou Charlotte, ''Eu não sou antropóloga, mas como alguém que trabalha com genética pensei que este era o tipo de trabalho que poderia contar uma história interessante''.

As histórias com Yeti são antigas, remontam de antes do século 19 e crenças pré budistas.

Embora existam evidências passadas de DNA, bem provavelmente o mundo não vai deixar de acreditar na lenda.

Fontes:
https://www.outerplaces.com/science/item/17205-scientists-solve-yeti-mystery

Ciência diz que cachorros são mais inteligentes que gatos

E mesmo assim ainda não fazem cocô na caixinha

Alguns irão adorar e outros odiar, mas, uma equipe internacional de cientistas fez uma pesquisa que sugere que fortemente que os cães são mais inteligentes que gatos.

Uma publicação feita essa semana no jornal Frontiers in Neuroanatomy informa que o cérebro dos cães tem duas vezes mais neurônios corticais - células ligadas ao pensamento e comportamento - do que os gatos. 

A equipe trabalhou em universidades e zoológicos do mundo todo e contou os neurônios corticais de oito carnivorianos (uma grande classe de mamíferos que tem dentes e garras que lhe permitem comer outros animais), que são diferentes dos carnívoros (classe muito maior de todos os animais que comem carne, incluindo humanos e primatas). 

Eles descobriram que cães tem cerca de 530 milhões de neurônios corticais, enquanto os gatos tem cerca de 250 milhões.

Suzana Herculano-Houzel, professora de psicologia e ciências biológicas da Universidade Vanderbilt, que desenvolveu o método utilizado pela equipe para contar neurônios utilizado pela equipe na pesquisa, disse ''Eu acredito que o número absoluto de neurônios que um animal tem especialmente no córtex cerebral, determina a riqueza do seu estado mental interno e sua habilidade de prever o que vai acontecer no seu ambiente com base na experiência passada''.

A pesquisa comparou o tamanho do cérebro físico, avaliando a quantidade de neurônios corticais contra o tamanho do cérebro em que podem se encaixar. Verificaram que os cães tem mais poder intelectual do que carnivorianos com cérebros reais muito maiores - incluindo leões africanos e ursos pardos. 

O artigo diz que ''Os grandes carnívoros parecem ser particularmente mais vulneráveis às restrições metabólicas entre o tamanho corporal e o número de neurônios corticais.

Ou seja, uma vez que uma espécie cresce além de um certo tamanho, a energia necessária para caçar carne equivale aproximadamente à energia que as espécies podem consumir, e porque o cérebro usa mais energia do qualquer outro órgão, não existe energia para continuar a desenvolver, evolutivamente falando.

Após a pesquisa Suzana disse que ''O consumo de carne é amplamente considerado um solucionador de energia, mas, em retrospectiva, é claro que o carnívoro deve impor um delicado equilíbrio entre o quanto cérebro e corpo uma espécie pode pagar'' concluindo que ''Os cães tem capacidade biológica de fazer coisas muito mais complexas e flexíveis com suas vidas do que os gatos podem''.

Pense nisso: qual foi a última vez que você viu um gato treinado para achar bombas?

 ''Os cães tem capacidade biológica de fazer coisas muito mais complexas e flexíveis com suas vidas do que os gatos podem''.

 

Fontes:
https://www.nbcnews.com/science/science-news/sorry-garfield-science-says-dogs-are-smarter-cats-n825486

Você comeria uma carne feita em laboratório?

Se aproxima o momento em que você vai consumir em casa

É inegável que quando estiverem aperfeiçoadas, essas carnes irão reduzir a quantidade de gases no efeito estufa, menos uso da terra e salvar bilhões de animais de ir para o abate.

À medida que a realidade de encontrá-la em supermercados e restaurantes está cada vez mais perto, entre os cientistas fica uma grande questão: como transformar o jargão científico em algo desejado para o consumidor?

E essa necessidade de encontrar um nome indica o quão perto isso está de acontecer.

As forças por trás da indústria estão trabalhando para que todos cheguem em um mesmo consenso: ''clean meat'' (em português 'carne limpa' ).  Mas nem todos concordam, já que o termo não se traduz para línguas não inglesas facilmente. No holandês por exemplo, se conota como carne processada.

Alguns também falam que não se remete a carne convencional, o que já deixaria as pessoas na defensiva.

A tarefa é transmitir algo que remeta à ciência, e para isso estudos e pesquisas foram feitos para descobrir qual seria o melhor termo para comercialização do produto. 

Na pesquisa deram 4 termos finais para opção: ''cultured meat'', ''lab-grown meat'' , ''animal free meat'' e ''clean meat''. 

Eis os resultados:

  • "Carne artificial" (Cultured meat)

As pessoas acharam confuso, associando com o termo salgado, curado.

  • "Carne de laboratório" (Lab-grown meat)

Os participantes tiveram péssima percepção do termo, associando principalmente com ameaças à saúde.

  • "Produto animal alternativo" (Animal-free meat)

Conectaram a carne com um produto vegano, deixando de lado a ciência avançada na qual foi feito, que em nível molecular é a mesma coisa da carne animal.

  • "Produto animal limpo" (Clean meat)

Diferente de outros nomes, o termo carne limpa implica automaticamente em uma espécie de sujeira para a carne convencional. Mesmo assim a maioria das pessoas mostrou preferência por esse nome na hora de consumir.

Josh Tetrick é CEO da empresa que provavelmente irá cuidar da rotulagem do produto, que deve entrar no mercado em 2018 - embora os detalhes ainda estejam em segredo.

Tetrick diz que sente confortável com o termo ''clean meat'' mas acredita que o ideal seria apenas ''meat'', sem modificadores. Apenas carne.

Fontes:
https://qz.com/1086825/theres-a-debate-among-the-makers-of-cell-cultured-meat-what-do-you-call-it/


Dinossauros foram azarados

Azarados, o impacto teria somente 13% de chance de desencadear uma extinção em massa.
Asteróide caiu em uma região com a quantia correta de hidrocarbonetos para provocar o bloqueio solar.

Uma nova pesquisa sobre o evento apocalíptico determinou que o asteróide teria 1 chance em dez de desencadear a extinção em massa.
A região da Peninsula do Yucatan, México, onde ocorreu o impacto continha a quantidade suficiente de  óleo cru e hidrocarbonetos para entrar em combustão.

Kumio Kaiho em um artigo na última edição de Scientific Reports determinou que há 60 milhões de anos atrás, apenas 13% da superfície terrestre continha material para gerar fuligem suficiente para matar 75% da vida na terra.

Felizmente para nós, as chances do desastre acontecer novamente, no caso de um novo impacto continuam em 13%.

Fontes:
https://www.theatlantic.com/science/archive/2017/11/the-extinction-of-the-dinosaurs-was-very-unlikely/545378/

https://www.popsci.com/dinosaur-asteroid-extinction-location-unlucky

http://canadajournal.net/science/dinosaurs-survived-asteroid-researchers-say-59236-2017

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