Viciado em smartphone? Isto pode estar desregulando sua química cerebral

Pequeno estudo sugere, que para os adolescentes, ficar na internet e no smartphone em excesso pode danificar a química cerebral.

Esta duro escapar das telas, quase cem por cento de chance de você estar olhando para uma agora. Diversos efeitos ruins da internet e smartphone em excesso estão bem documentados como o link com automutilação e depressão em adolescentes.

 

A pesquisa apresentada ontem, pelo encontro anual da Sociedade Radiológica da América do Norte em Chicago. O artigo apresentado pelo Dr. Hyung Suk Seo, professor de neurorradiologia da Universidade da Coreia do Sul, encontrou  um desequilíbrio químico no cérebro dos adolescentes viciados em internet. O desequilíbrio é similar ao encontrado em pessoas com ansiedade e depressão.

Mas há boas notícias, o desequilíbrio é reversível com algumas semanas de terapia cognitiva comportamental.

Um desequilíbrio químico

No estudo, pesquisadores examinaram o cérebro de 19 adolescentes viciados em internet e uso de smartphone e 19 adolescentes não viciados no uso, utilizando ressonância espectroscópica, uma forma de exame que revela as alterações químicas na composição do cérebro.

Comparado com o grupo de controle, os adolescentes com vício em internet e smartphone mostraram um excesso de neurotransmissores do tipo GABA (gamma-aminobutyric acid) em uma região do sistema límbico, o centro de resposta emocional. GABA é um neurotransmissor inibitório, ou seja, ele bloqueia células nervosas de ativação;

O GABA existe no cérebro de todos, mas excesso do neurotransmissor em áreas erradas pode levar aos pacientes desenvolverem ansiedade, depressão e vício.

Múltiplos estudos publicados, ligam vício em álcool e outras substâncias com desequilíbrio químicos de diferentes áreas do cérebro, o estudo é o primeiro a estudar a ligação com o vício em internet .

Medindo o vício

Para a maior parte das pessoas, checar e mails pela manhã e gastar uma hora rolando o Instagram depois do trabalho não significa vício em internet.

O vício em internet é definido pela Sociedade Americana de Psiquiatria como o uso excessivo, levando a prejudicar a atividades normais, como sono e relacionamentos. Estudos ao redor do mundo situam as taxas de vício em internet, em jovens, entre 1% e 18%

Os adolescentes que participaram do estudo responderam questionário padronizado para diagnosticar o vício em internet  e smartphone. Dada a pequena natureza da amostra no estudo, os pesquisadores dizem que é muito cedo para ligar o desbalanceamento químico encontrado com ansiedade e depressão .

 

Fontes:
https://www.livescience.com/61075-internet-smartphone-addiction-chemical-imbalance-brain.html

Porquê não devemos mais confiar em nossos smartphones

Descoberta uma classe de vulnerabilidades causadas deliberadamente pelos fabricantes sem o consentimento de seus consumidores.
Seu smartphone pode ter funcionalidades secretas que o deixam vulnerável.

Sabemos que os celulares modernos, os chamados smartphones, possuem falhas acidentais de projeto que hackers podem explorar. Problemas de segurança sempre existiram. Constituem um verdadeiro jogo de gato e rato entre atores maliciosos, que tentam quebrar a segurança dos smartphones, e a indústria do smartphone, que busca identificar e corrigir suas falhas. Nada novo até aí.

Contudo foi identificado um novo fenômeno, uma tendência somente identificada semanas atrás. São decisões de projeto tomadas pelas companhias de smartphone que fazem com que estes façam coisas de maneira invisível, por baixo dos panos, pelas costas dos usuários, potencialmente os deixando desprotegidos.

Google, Apple e OnePlus, são empresas que foram pegas recentemente expondo vulnerabilidades em seus telefones de maneiras que nenhum usuário poderia suspeitar. Telefones rodando software instalado por uma das três empresas fazem coisas potencialmente inseguras mesmo que os usuários tenham tomado ações para prevenir que estas coisas devam acontecer.

Sabemos que os motivos da indústria são parcialmente bem intencionados. O propósito destas decisões pode ser melhoria de performance e facilidade de uso. A verdade é que decisões de fazer coisas desse tipo sem o consentimento explícito dos usuários é que constituem um novo tipo de desrespeito.

O Cell ID do Android

O site informativo Quartz, reportou esta semana que por onze semanas o Android esteve mandando sua localização de volta ao Google, mesmo com os serviços de localização desativados, sem utilização de apps e até mesmo sem o cartão SIM no celular.

A localização era determinada pela proximidade de torres de celulares, algo conhecido como “Cell ID”.

Um porta voz do Google disse em janeiro que o Google começou a colher dados utilizando a tecnologia como meio adicional de prover melhorias de performance e transmissão de mensagens. O Google nunca utilizou os dados obtidos ou mesmo armazenou-os, e os dados não possuem relação com os serviços de localização, propaganda ou outras funções. A empresa basicamente se voltou a isto com a intenção de explorar questões de performance posteriormente.

Google planeja terminar esta função de localização para todos os usuários no próximo mês como resultado da controvérsia. O término não depende de atualização dos telefones. A empresa não informou o destino da funcionalidade. É possível que a empresa use-a no futuro para acelerar o envio de mensagens, universalmente ou como opção para o usuário

Utilizar e experimentar o Cell ID para acelerar o envio de mensagens foi correto por parte do Google. Porém, implementar isto em todos os celulares Android, sem dizer que seus dados de localização eram transmitidos mesmo quando desativados foi o erro cometido.

O centro de controle do Apple IOS 11

Os parâmetros de configuração do IOS sempre permitiram os usuários ligarem ou desligarem o WI-FI ou Bluetooth de seus celulares. Quando desligados na configuração do iOS, o telefone é desconectado de todas as redes Wi-Fi e Bluetooth até que ativados novamente.

Isto é que é esperado pelos usuários e de fato é assim que funciona.

Como facilitador, a Apple lançou o centro de controle para o iOS 7, disponível até hoje, que permite, ao deslizarmos um painel, ativar ou desativar rapidamente o Wi-Fi e Bluetooth, entre outras funções.

A Apple espertamente colocou este tipo de configuração no centro de controle de acesso rápido, pois ativar e desativar, de maneira frequente e conforme a necessidade, as duas redes permite economia de bateria.

Só tem um problema, quando o centro de controle desativa o Wi-Fi e o Bluetooth ele não desliga realmente o Wi-Fi e o Bluetooth.

Há uma série de eventos que fazem com estas redes voltem a conectar, como a disponibilidade de uma nova rede, ou a reinicialização do aparelho ou se chega 5 horas da madrugada.

Desligar as redes pelas configurações do aparelho funciona da maneira esperada, porém desligar pelo centro de controle é ilusório, a realidade é que o Wi-Fi e o Bluetooth do aparelho continuam funcionando.

Falhar em avisar aos usuários que o desligamento de redes pelo centro de controle não funciona como nas opções de configurações principais foi errado por parte da Apple.

O modo de engenheiro do OnePlus

O fabricante de telefones OnePlus, começou a mandar telefones para os consumidores com um aplicativo que pode “rootar” seus telefones.

O “root” é também chamado de modo de engenheiro e permite rodar software de diagnóstico. É instalado em protótipos e telefones em fabricação mas removidos quando os telefones são enviados para venda ao público.

O software de diagnóstico era protegido por senha, mas logo a senha foi descoberta e compartilhada online. Como para explorar a falha pelo aplicativo exige acesso físico ao aparelho, a empresa não reconheceu o problema. Afirmou que há uma combinação de condições improváveis de acontecer para constituir uma falha. Mas assim mesmo a empresa vai remover o aplicativo na próxima atualização.

É possível que a OnePlus optou por deixar o aplicativo de diagnóstico para cortar custos em manipular os telefones para sua desinstalação e por julgá-lo  inofensivo. Mas incluí-lo secretamente sem avisar seus clientes disto e em como desinstalá-lo é um erro.

Clientes devem exigir a verdade

Nos três casos, as empresas tiraram o controle total do aparelho de seus usuários escondendo atividades importantes.

Nos três casos, as empresas estão afirmando uma confiança em si mesmas sem compartilhar com seus clientes a decisão sobre as funcionalidades.

No caso do Google e do OnePlus, providências só foram tomadas quando as falhas foram descobertas por pesquisadores independentes.

Sempre fica a questão, o que mais poderemos descobrir...

Fontes:
https://www.computerworld.com/article/3237952/mobile-wireless/why-we-can-t-trust-smartphones-anymore.html

Surge filmagem de frota de OVNIS sobre os céus no Rio de Janeiro

Investigadores receberam filmagem surpreendente de formação de OVNIs pulsantes.

O vídeo foi filmado no céu do Engenho Novo, Rio de Janeiro, Brasil na última noite de quinta-feira. A  filmagem foi enviada para a Mutual UFO Network  - MUFON - uma das maiores e mais antigas organizações de investigação de Objetos Voadores Não Identificados  do Estados Unidos.

A MUFON não revela os nomes das testemunhas. O relatório diz que um amigo fez os dois vídeos com seu Iphone 7 mostrando a frota sobrevoando os céus de Engenho Novo, Rio de Janeiro, Brasil. Os OVNIs foram descritos como pulsantes, trocando cores, do azul, verde para o vermelho e amarelo e em formação.  A aparição começou repentinamente e durou cinco minutos, segundo o relato.

Dois vídeos foram enviados. O primeiro mostra nove OVNIs. Para a direita, 3 são triangulares em forma e um de formato próprio, na esquerda outra formação triangular e dois mais OVNIs. A formação parece aumentar e aumentar em intensidade mas não se movem.O segundo vídeo é estático e com mais tomadas dos OVNIs em formação.

No passado algumas destas luzes foram tidas como sinalizadores militares ou padrões de recebimento de tráfego aéreo em terra.

Rio tem presenciado e relatado muitas aparições. A maioria têm sido classificadas como boatos elaborados em computação  gráfica.

O cético, Scott Brando, do site ufoofinterest.org, não se convenceu de nada que não seja desse mundo e, depois de ver a filmagem, disse que podem ser aviões se enfileirando para aterrissagem, balões ou algo ou parecido no céu.

Fontes:
https://www.express.co.uk/news/weird/881932/UFO-fleet-Rio-de-Janeiro-Brazil-MUFON

Filmagem misteriosa mostra objeto não identificado entrando na Terra – meteoro ou alienígenas?

Teóricos conspiratórios acreditam que estão escondendo algo do mundo enquanto a Estação Espacial Internacional clamou que era apenas um meteorito entrando na atmosfera.

Filmagem feita pelo italiano Paolo Nespoli mostra um objeto flamejante precipitando para terra em alta velocidade. De acordo com a equipe do site, Secure Team, especializado em tentativas de exposição de avistamentos de extra-terrestres, tecnologias secretas e operações de acobertamento governamentais, pode ser que objeto não seja absolutamente um meteoro, levantando dúvidas sobre a natureza do OVNI.

Segundo o vídeo, um membro do site, chamado Tyler afirma que por se tratar de um time-lapse, o objeto aparece acelerado quando na verdade se aproxima a uma velocidade muito menor. Por isso, Tyler não acredita que o objeto seja um meteorito , pois seria, segundo ele, o meteorito mais lento dentre todos os meteoritos.

Tyler também aponta o ângulo bizarro de entrada e a aparência bem redonda do objeto que se aproxima em ângulo inclinado. A seguir, Tyler o compara com fotos tiradas durante a última chuva de meteoritos e aponta algumas diferenças, como o indistinguível rastro flamejante usualmente deixado pelos meteoritos.

Segundo Tyler, o objeto em nada se assemelha a um meteorito anteriormente fotografado.

Paolo Nespoli, o astronauta que filmou o feito, arriscou a hipótese de lixo espacial, que foi prontamente desmentida pela agência espacial e gerou o sentimento de que algo esteja sendo encoberto.

Fonte:
http://www.mirror.co.uk/news/world-news/mysterious-footage-shows-bizarre-object-11550729

Usuário de Youtube alega ter encontrado ajudante de palco em pouso lunar da missão Apollo 17

Quase 50 anos depois, o “grande salto para a humanidade “está sob a mira do microscópio mais uma vez, com teóricos conspiratórios clamando ter provas que as alunissagens são falsas.

Uma foto, alegadamente tomada em dezembro de 1972, na missão final Apollo 17, tem circulado online e mostra o que acredita-se ser o reflexo de um de ajudante de palco no capacete de um dos astronautas.

O usuário do Youtube que percebeu e enviou a foto online primeiramente foi entrevistado pelo Daily Mail, Reino Unido, e disse que o que pareceu estranho inicialmente, revelou sob tratamento de software, ser alguém que, segundo ele, não estava utilizando traje espacial.

Sua descoberta gerou euforia e controvérsia nos círculos de teorias conspiratórias, com usuários concordando com o feito e outros questionando, afirmando se tratar apenas de outro astronauta.

Fontes:
http://www.dailymail.co.uk/news/article-5095949/Apollo-moon-landing-fake-photo-excites-conspiracy-fans.html
http://www.newsweek.com/fake-apollo-moon-landing-photo-claims-show-proof-mission-was-hoax-716221

Super carro, Dodge Demon, chega aos lojistas americanos envolto em controvérsia

Revista pede banimento do carro por representar perigo iminente no trânsito.
Fiat Chrysler Automobiles começou a enviar para as lojas os primeiros Dodges Challenger SRT Demons. De produção limitada, o motor de 6.2 litros com 8 clindros em V entrega 840 cavalos de potência. O primeiro dragster de rua legalizado, atraiu a ira da revista especializada Automotive News que pediu o banimento do bólido das ruas, certificado como o carro mais rápido do mundo no quarto de milha pela National Hot Rod Association. Segundo a revista, o carro é inerentemente perigoso ao trânsito das ruas por suas características, como pneus no limite da regulamentação legal e capacidade de aceleração massiva. De qualquer maneira, são planejadaas a fabricação de somente 3000 unidades ao preço inicial de 279 mil reais.
Fonte: USA Today
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