Banksy expõe duas novas artes em seu controverso hotel em Belém para celebrar o Natal

''Paz na Terra'' e ''Anjos'' foram pintadas semanas atrás e escondidas com o banner do evento até a inauguração

O ''Walled Off Hotel'' é localizado em frente ao à barreira de de concreto que Israel fez no território que disputa com a Palestina, e foi financiado e decorado pelo famoso artista britânico Banksy.

As obras são para celebrar o Natal com o espetáculo ''The Alternativity'' ( A Alternatividade) que inaugurou dia 3 de dezembro em frente ao hotel.

A primeira peça ''Peace On Earth ( Paz na Terra) vem com a frase ''Sujeito a Termos e Condições''.

A segunda ''Angels''  (Anjos) mostra dois anjos tentando atravessar a parede de separação.

Fontes:
https://streetartnews.net/2017/12/peace-earth-angels-banksy-bethlehem.html

Viciado em smartphone? Isto pode estar desregulando sua química cerebral

Pequeno estudo sugere, que para os adolescentes, ficar na internet e no smartphone em excesso pode danificar a química cerebral.

Esta duro escapar das telas, quase cem por cento de chance de você estar olhando para uma agora. Diversos efeitos ruins da internet e smartphone em excesso estão bem documentados como o link com automutilação e depressão em adolescentes.

 

A pesquisa apresentada ontem, pelo encontro anual da Sociedade Radiológica da América do Norte em Chicago. O artigo apresentado pelo Dr. Hyung Suk Seo, professor de neurorradiologia da Universidade da Coreia do Sul, encontrou  um desequilíbrio químico no cérebro dos adolescentes viciados em internet. O desequilíbrio é similar ao encontrado em pessoas com ansiedade e depressão.

Mas há boas notícias, o desequilíbrio é reversível com algumas semanas de terapia cognitiva comportamental.

Um desequilíbrio químico

No estudo, pesquisadores examinaram o cérebro de 19 adolescentes viciados em internet e uso de smartphone e 19 adolescentes não viciados no uso, utilizando ressonância espectroscópica, uma forma de exame que revela as alterações químicas na composição do cérebro.

Comparado com o grupo de controle, os adolescentes com vício em internet e smartphone mostraram um excesso de neurotransmissores do tipo GABA (gamma-aminobutyric acid) em uma região do sistema límbico, o centro de resposta emocional. GABA é um neurotransmissor inibitório, ou seja, ele bloqueia células nervosas de ativação;

O GABA existe no cérebro de todos, mas excesso do neurotransmissor em áreas erradas pode levar aos pacientes desenvolverem ansiedade, depressão e vício.

Múltiplos estudos publicados, ligam vício em álcool e outras substâncias com desequilíbrio químicos de diferentes áreas do cérebro, o estudo é o primeiro a estudar a ligação com o vício em internet .

Medindo o vício

Para a maior parte das pessoas, checar e mails pela manhã e gastar uma hora rolando o Instagram depois do trabalho não significa vício em internet.

O vício em internet é definido pela Sociedade Americana de Psiquiatria como o uso excessivo, levando a prejudicar a atividades normais, como sono e relacionamentos. Estudos ao redor do mundo situam as taxas de vício em internet, em jovens, entre 1% e 18%

Os adolescentes que participaram do estudo responderam questionário padronizado para diagnosticar o vício em internet  e smartphone. Dada a pequena natureza da amostra no estudo, os pesquisadores dizem que é muito cedo para ligar o desbalanceamento químico encontrado com ansiedade e depressão .

 

Fontes:
https://www.livescience.com/61075-internet-smartphone-addiction-chemical-imbalance-brain.html

Porquê não devemos mais confiar em nossos smartphones

Descoberta uma classe de vulnerabilidades causadas deliberadamente pelos fabricantes sem o consentimento de seus consumidores.
Seu smartphone pode ter funcionalidades secretas que o deixam vulnerável.

Sabemos que os celulares modernos, os chamados smartphones, possuem falhas acidentais de projeto que hackers podem explorar. Problemas de segurança sempre existiram. Constituem um verdadeiro jogo de gato e rato entre atores maliciosos, que tentam quebrar a segurança dos smartphones, e a indústria do smartphone, que busca identificar e corrigir suas falhas. Nada novo até aí.

Contudo foi identificado um novo fenômeno, uma tendência somente identificada semanas atrás. São decisões de projeto tomadas pelas companhias de smartphone que fazem com que estes façam coisas de maneira invisível, por baixo dos panos, pelas costas dos usuários, potencialmente os deixando desprotegidos.

Google, Apple e OnePlus, são empresas que foram pegas recentemente expondo vulnerabilidades em seus telefones de maneiras que nenhum usuário poderia suspeitar. Telefones rodando software instalado por uma das três empresas fazem coisas potencialmente inseguras mesmo que os usuários tenham tomado ações para prevenir que estas coisas devam acontecer.

Sabemos que os motivos da indústria são parcialmente bem intencionados. O propósito destas decisões pode ser melhoria de performance e facilidade de uso. A verdade é que decisões de fazer coisas desse tipo sem o consentimento explícito dos usuários é que constituem um novo tipo de desrespeito.

O Cell ID do Android

O site informativo Quartz, reportou esta semana que por onze semanas o Android esteve mandando sua localização de volta ao Google, mesmo com os serviços de localização desativados, sem utilização de apps e até mesmo sem o cartão SIM no celular.

A localização era determinada pela proximidade de torres de celulares, algo conhecido como “Cell ID”.

Um porta voz do Google disse em janeiro que o Google começou a colher dados utilizando a tecnologia como meio adicional de prover melhorias de performance e transmissão de mensagens. O Google nunca utilizou os dados obtidos ou mesmo armazenou-os, e os dados não possuem relação com os serviços de localização, propaganda ou outras funções. A empresa basicamente se voltou a isto com a intenção de explorar questões de performance posteriormente.

Google planeja terminar esta função de localização para todos os usuários no próximo mês como resultado da controvérsia. O término não depende de atualização dos telefones. A empresa não informou o destino da funcionalidade. É possível que a empresa use-a no futuro para acelerar o envio de mensagens, universalmente ou como opção para o usuário

Utilizar e experimentar o Cell ID para acelerar o envio de mensagens foi correto por parte do Google. Porém, implementar isto em todos os celulares Android, sem dizer que seus dados de localização eram transmitidos mesmo quando desativados foi o erro cometido.

O centro de controle do Apple IOS 11

Os parâmetros de configuração do IOS sempre permitiram os usuários ligarem ou desligarem o WI-FI ou Bluetooth de seus celulares. Quando desligados na configuração do iOS, o telefone é desconectado de todas as redes Wi-Fi e Bluetooth até que ativados novamente.

Isto é que é esperado pelos usuários e de fato é assim que funciona.

Como facilitador, a Apple lançou o centro de controle para o iOS 7, disponível até hoje, que permite, ao deslizarmos um painel, ativar ou desativar rapidamente o Wi-Fi e Bluetooth, entre outras funções.

A Apple espertamente colocou este tipo de configuração no centro de controle de acesso rápido, pois ativar e desativar, de maneira frequente e conforme a necessidade, as duas redes permite economia de bateria.

Só tem um problema, quando o centro de controle desativa o Wi-Fi e o Bluetooth ele não desliga realmente o Wi-Fi e o Bluetooth.

Há uma série de eventos que fazem com estas redes voltem a conectar, como a disponibilidade de uma nova rede, ou a reinicialização do aparelho ou se chega 5 horas da madrugada.

Desligar as redes pelas configurações do aparelho funciona da maneira esperada, porém desligar pelo centro de controle é ilusório, a realidade é que o Wi-Fi e o Bluetooth do aparelho continuam funcionando.

Falhar em avisar aos usuários que o desligamento de redes pelo centro de controle não funciona como nas opções de configurações principais foi errado por parte da Apple.

O modo de engenheiro do OnePlus

O fabricante de telefones OnePlus, começou a mandar telefones para os consumidores com um aplicativo que pode “rootar” seus telefones.

O “root” é também chamado de modo de engenheiro e permite rodar software de diagnóstico. É instalado em protótipos e telefones em fabricação mas removidos quando os telefones são enviados para venda ao público.

O software de diagnóstico era protegido por senha, mas logo a senha foi descoberta e compartilhada online. Como para explorar a falha pelo aplicativo exige acesso físico ao aparelho, a empresa não reconheceu o problema. Afirmou que há uma combinação de condições improváveis de acontecer para constituir uma falha. Mas assim mesmo a empresa vai remover o aplicativo na próxima atualização.

É possível que a OnePlus optou por deixar o aplicativo de diagnóstico para cortar custos em manipular os telefones para sua desinstalação e por julgá-lo  inofensivo. Mas incluí-lo secretamente sem avisar seus clientes disto e em como desinstalá-lo é um erro.

Clientes devem exigir a verdade

Nos três casos, as empresas tiraram o controle total do aparelho de seus usuários escondendo atividades importantes.

Nos três casos, as empresas estão afirmando uma confiança em si mesmas sem compartilhar com seus clientes a decisão sobre as funcionalidades.

No caso do Google e do OnePlus, providências só foram tomadas quando as falhas foram descobertas por pesquisadores independentes.

Sempre fica a questão, o que mais poderemos descobrir...

Fontes:
https://www.computerworld.com/article/3237952/mobile-wireless/why-we-can-t-trust-smartphones-anymore.html

Cientistas resolveram mistério do Yeti

O famoso Abominável Homem das Neves

Não importa como você chama, mas essa misteriosa besta da neve do Himalaia é apenas um mito, mas todo mito tem uma fração de verdade.

Usando espécimes coletados ao longo dos anos, cientistas dizem que agora sabem exatamente o que é a criatura.

A bióloga Charlotte Lindqvist, da Universidade de Buffalo, liderou a equipe que analisou amostras genéticas de ossos, dentes, pele, cabelos e matéria fecal que supostamente deixadas para trás pela criatura.

Com exceção do dente que era canino, todas as amostras eram de ursos soltos e negros do Himalaya, e não de um montro peludo que vive em uma caverna.

''Nossos achados sugerem fortemente que os fundamentos biológicos da lenda Yeti podem ser encontrados em ursos locais'', disse Charlotte, ''e nosso estudo demonstra que a genética deve ser capaz de desvendar outros mistérios semelhantes''.

''Não sou uma especialista na lenda Yeti'', acrescentou Charlotte, ''Eu não sou antropóloga, mas como alguém que trabalha com genética pensei que este era o tipo de trabalho que poderia contar uma história interessante''.

As histórias com Yeti são antigas, remontam de antes do século 19 e crenças pré budistas.

Embora existam evidências passadas de DNA, bem provavelmente o mundo não vai deixar de acreditar na lenda.

Fontes:
https://www.outerplaces.com/science/item/17205-scientists-solve-yeti-mystery

Ciência diz que cachorros são mais inteligentes que gatos

E mesmo assim ainda não fazem cocô na caixinha

Alguns irão adorar e outros odiar, mas, uma equipe internacional de cientistas fez uma pesquisa que sugere que fortemente que os cães são mais inteligentes que gatos.

Uma publicação feita essa semana no jornal Frontiers in Neuroanatomy informa que o cérebro dos cães tem duas vezes mais neurônios corticais - células ligadas ao pensamento e comportamento - do que os gatos. 

A equipe trabalhou em universidades e zoológicos do mundo todo e contou os neurônios corticais de oito carnivorianos (uma grande classe de mamíferos que tem dentes e garras que lhe permitem comer outros animais), que são diferentes dos carnívoros (classe muito maior de todos os animais que comem carne, incluindo humanos e primatas). 

Eles descobriram que cães tem cerca de 530 milhões de neurônios corticais, enquanto os gatos tem cerca de 250 milhões.

Suzana Herculano-Houzel, professora de psicologia e ciências biológicas da Universidade Vanderbilt, que desenvolveu o método utilizado pela equipe para contar neurônios utilizado pela equipe na pesquisa, disse ''Eu acredito que o número absoluto de neurônios que um animal tem especialmente no córtex cerebral, determina a riqueza do seu estado mental interno e sua habilidade de prever o que vai acontecer no seu ambiente com base na experiência passada''.

A pesquisa comparou o tamanho do cérebro físico, avaliando a quantidade de neurônios corticais contra o tamanho do cérebro em que podem se encaixar. Verificaram que os cães tem mais poder intelectual do que carnivorianos com cérebros reais muito maiores - incluindo leões africanos e ursos pardos. 

O artigo diz que ''Os grandes carnívoros parecem ser particularmente mais vulneráveis às restrições metabólicas entre o tamanho corporal e o número de neurônios corticais.

Ou seja, uma vez que uma espécie cresce além de um certo tamanho, a energia necessária para caçar carne equivale aproximadamente à energia que as espécies podem consumir, e porque o cérebro usa mais energia do qualquer outro órgão, não existe energia para continuar a desenvolver, evolutivamente falando.

Após a pesquisa Suzana disse que ''O consumo de carne é amplamente considerado um solucionador de energia, mas, em retrospectiva, é claro que o carnívoro deve impor um delicado equilíbrio entre o quanto cérebro e corpo uma espécie pode pagar'' concluindo que ''Os cães tem capacidade biológica de fazer coisas muito mais complexas e flexíveis com suas vidas do que os gatos podem''.

Pense nisso: qual foi a última vez que você viu um gato treinado para achar bombas?

 ''Os cães tem capacidade biológica de fazer coisas muito mais complexas e flexíveis com suas vidas do que os gatos podem''.

 

Fontes:
https://www.nbcnews.com/science/science-news/sorry-garfield-science-says-dogs-are-smarter-cats-n825486

Guia surrealista de vinhos feito por Salvador Dalí é republicado pela primeira vez em 40 anos

Última publicação foi em 1978

T

he Wines of Gala (Os Vinhos de Gala), é o guia excêntrico de Salvador Dalí para as uvas de vinho e sua origem, com mais de 140 obras de arte e colagens coletadas e criadas por Dalí.

Com os esforços de Dalí para criar obras de arte com base em suas emoções, memórias e sonhos, o artista escolheu organizar os vinhos no livro por como eles influenciaram seu humor. 

As categorias são apropriadamente imaginativas, incluindo títulos de seção como ''Wines of Frivolity (Vinhos de Frivolidade), ''Wines of the Impossible (Vinhos do Impossível) e ''Wines of Light (Vinhos de Luz). Uma seção do livro também descreve o método de Dalí de pedir vinho baseado na experiência emocional, citando a famosa crença do artista: ''Um verdadeiro conhecedor não bebe vinho, mas sabe seus segredos''. 

Fontes:
http://www.thisiscolossal.com/2017/11/the-wines-of-gala-salvador-dali/


Harvard revela após 75 anos de estudos o fator mais importante para a felicidade

E o motivo pode estar ao seu lado

Harvard fez um estudo revolucionário na psicologia ao longo dos últimos 75 anos que avaliou o que nos faz feliz.

Para o diretor da pesquisa,o psiquiatra Robert Waldinger, o fator número um da pesquisa foi: bons relacionamentos nos mantêm mais felizes e saudáveis. 

O estudo seguiu a vidas de dois grupos masculinos há mais de 75 anos, e agora segue seus filhos para entender como a experiência da infância atravessa as décadas, influenciando na saúde e bem estar na meia idade.

Especificamente, o estudo mostrou que ter alguém ao seu lado pode ajudar a relaxar seu sistema nervoso, ajuda seu cérebro a manter a saúde e reduz a dor emocional.

Os dados também mostraram claramente que aqueles que se sentem mais sozinhos são os que tem a saúde que piora mais cedo e morrem mais jovens.

''Não é apenas o número de amigos que você tem, não é se você está ou não em um relacionamento'' diz Waldinger. ''É a qualidade dos seus relacionamentos próximos  que importa.''

É uma boa lembrança do motivo para ter uma conexão verdadeira com os a nossa volta, além, dos dados mostrarem que no final não importa se você não teve todo o  dinheiro que queria, sem relacionamentos amorosos felizes, você não será feliz.

Fontes:
https://ideapod.com/75-year-harvard-study-revealed-one-important-factor-human-happiness/